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	<title>Marcelo Toledo Blog &#187; Business</title>
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	<description>startups, empreendedorismo e tecnologia</description>
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		<title>O abraço dos afogados: Nokia e Microsoft</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2011/02/20/o-abraco-dos-afogados-nokia-e-microsoft/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>

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		<description><![CDATA[A Nokia durante muito tempo foi a maior potência mundial no segmento de telefones celulares, mas a brincadeira começou a mudar rápido, quando uma empresa de frutas, a Apple, resolveu lançar o iPhone. Ela não era simplesmente a maior potência do segmento, era também uma das maiores empresas do mundo, em 2007 ela faturou 75 bilhões de dólares. Muitos motivos para comemorar, mas em janeiro daquele mesmo ano, nascia seu maior pesadelo, o iPhone. No fechamento de 2009, a Nokia apurou um faturamento de 58 bilhões de dólares. Ao longo de dois anos a Nokia viu seu faturamento cair 22.7%.&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1016" title="burning_platform" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/burning_platform.jpg" alt="" width="520" height="302" /></p>
<p>A Nokia durante muito tempo foi a maior potência mundial no segmento de telefones celulares, mas a brincadeira começou a mudar rápido, quando uma empresa de frutas, a Apple, resolveu lançar o iPhone.</p>
<p>Ela não era simplesmente a maior potência do segmento, era também uma das maiores empresas do mundo, em 2007 ela faturou 75 bilhões de dólares. Muitos motivos para comemorar, mas em janeiro daquele mesmo ano, nascia seu maior pesadelo, o iPhone.</p>
<p>No fechamento de 2009, a Nokia apurou um faturamento de 58 bilhões de dólares. Ao longo de dois anos a Nokia viu seu faturamento cair 22.7%. Suas ações na Nasdaq, despencaram, em Dezembro de 2007 um lote de ações da Nokia valia 40USD, atualmente vale 9USD. Em quatro anos, seu valor de mercado caiu 77.5%.</p>
<p>Como pode uma gigante como a Nokia, ser desmilinguida em somente 4 anos?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/economist_nokia.gif" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-full wp-image-1017" title="economist_nokia" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/economist_nokia.gif" alt="" width="536" height="315" /></a></p>
<p>O board aguentou demais a gestão de Olli-Pekka Kallasvuo, ex-CEO da Nokia, em poucas empresas que eu conheço, um gestor teria se segurado com tamanha perda de receita, mas tudo tem seu limite. Em Dezembro de 2010 ele foi substituído por Stephen Elop, atual CEO.</p>
<p>Recentemente Stephen tomou notoriedade, pois enviou um memo a todos os 132.000 funcionários da Nokia, e como era de se esperar, este memo vazou e todos puderam ler. O memo não tem enrolações ou fantasias, assume o fracasso da empresa nos últimos anos e vai direto ao ponto. Faz analogias com uma plataforma pegando fogo, cita Apple, Android e assume que a Nokia perdeu o timing, mas que mudanças terão que ocorrer para retomarem a liderança do mercado (Ao final deste artigo disponibilizo o memo completo).</p>
<p>Na sequência, Stephen tomou algumas decisões radicais, obviamente aprovadas pelos acionistas, mas que chacoalharam o mercado, em sua maioria, negativamente. Eles resolveram adotar como plataforma o Windows Phone 7.</p>
<p>Antes de 2007, para ser um bom fabricante de celulares, bastava ter um bom hardware e um bom design. Isso a Nokia sabia fazer muito bem, tanto que chegou onde chegou. Mas a partir do momento que o mercado mudou, e mudou rápido, já era necessário uma plataforma robusta e um eco-sistema ao seu redor, e aqui estamos falando basicamente de software.</p>
<p>A Nokia não ficou parada, ela se cercou de alternativas por todos os lados, desenvolvendo internamente, comprando outras empresas e utilizando plataformas de terceiros. Tentou o Windows Mobile, comprou a Symbian, desenvolveu uma plataforma open com Linux chamada Maemo. Mas nada disso adiantou, a Nokia não conseguiu acompanhar a mudança e se transformar em uma empresa de softwares.</p>
<p>Estamos falando do que a Apple fez e o Google (Android) esta fazendo. Um bom sistema operacional, com uma interface bonita, intuitiva e rápida. Uma plataforma para desenvoledores criarem aplicações. Ecommerce, one-click shop, anúncios, buscas, geo-localização, aplicações sociais e etc.</p>
<p>De nada adiantou, nada vingou. Eu tive a oportunidade de conhecer a Nokia na Finlândia e vi andares e mais andares cheios de programadores e engenheiros brilhantes, produzindo coisas maravilhosas. Uma coisa eu posso garantir, talento não faltou.</p>
<p>Se existe um único culpado, este deve ser o CEO. É ele quem decide para onde a empresa vai, existe a chance do board ter atrapalhado suas decisões, mas neste caso, se ele fosse um bom CEO, teríamos visto uma rescisão contratual e uma justificativa, mas não foi isso que aconteceu.</p>
<p>O novo CEO da Nokia foi head of business division da Microsoft, responsável pelos produtos do Office. Além disso, curiosamente é o sétimo maior acionista pessoa física da Microsoft. São realmente esses os atributos que devem ser buscados para o CEO que deverá colocar a decadente Nokia novamente na liderança? Dúvido.</p>
<p>O diferencial da Apple esta no Steve Jobs e na cultura que ele instalou na empresa. Jobs entende de desenvolvimento de produtos como ninguém, é um amante do design, da elegância e da simplicidade. Entende muito de hardware e programação, e além de tudo isso, soube contratar os melhores profissionais do mundo. Dúvido muito que Elop conseguirá promover isto dentro da Nokia.</p>
<p>Por enquanto, esta fadada ao fracasso e sua última decisão não alterou em absolutamente nada seu destino. Se a empresa quiser recuperar sua liderança de mercado, terá que tomar medidas muito mais drásticas e inteligentes do que essa. Desejo sinceramente que ela retome seu caminho, pois eu acredito que a concorrência é saudável para todos nós.</p>
<p>Viva a Nokia!</p>
<p><a href="http://blogs.wsj.com/tech-europe/2011/02/09/full-text-nokia-ceo-stephen-elops-burning-platform-memo/">Memo completo do Stephen Elop</a></p>
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		<title>Uma commodity milionária</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2011/02/10/uma-commodity-milionaria/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 01:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Life]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente estava passeando pelo shopping e me deparei com uma loja da Nespresso. Parei um pouquinho para pensar no que tudo aquilo representava. Café é uma das bebidas mais famosas e consumidas do mundo. As pessoas vivem ao redor do café, muitas não conseguem acordar sem um matinal. No trabalho as reuniões são regadas a café e os fumantes, não negam um cafézinho. Os estudantes que avançam madrugada adentro também, e a lista não para. É uma bebida que temos acesso em qualquer lugar, praticamente de graça. Para consumo próprio o kg do café chega a custar menos de R$10,00.&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/nespresso.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1008" title="nespresso" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/nespresso.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>Recentemente estava passeando pelo shopping e me deparei com uma loja da Nespresso. Parei um pouquinho para pensar no que tudo aquilo representava.</p>
<p>Café é uma das bebidas mais famosas e consumidas do mundo. As pessoas vivem ao redor do café, muitas não conseguem acordar sem um matinal. No trabalho as reuniões são regadas a café e os fumantes, não negam um cafézinho. Os estudantes que avançam madrugada adentro também, e a lista não para.</p>
<p>É uma bebida que temos acesso em qualquer lugar, praticamente de graça. Para consumo próprio o kg do café chega a custar menos de R$10,00. Aí vem uma empresa como a Nespresso, cria uma máquina maravilhosa de café, com cores escuras, polidas, mixadas com alumínio, imponente. Os grãos ou sachês foram transformados em uma capsula com cores vivas, metálicas, que só de olhar você já sente o aroma e o sabor de um café delicioso.</p>
<p>O café de uma Nespresso é uma bebida dos Deuses. Quem toma Nespresso, não esta tomando qualquer café. Esta tomando a bebida do George Clooney, é uma pessoa chique, bonita, bem sucedida. O crescimento meteórico e global prova que muitos de nós desejam uma Nespresso.</p>
<p>Raramente tomo café e não tenho uma máquina Nespresso, o que me fascina é esta empresa pegar uma commodity, aumentar o preço 100 vezes e transformar tudo isso em algo extremamente exclusivo.</p>
<p>E vale lembrar, ao tomar o café Nespresso, você esta consumindo uma bebida de aproximadamente R$1.000,00 o kg.</p>
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		<title>Fred Wilson sobre o mercado de música</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2011/02/08/fred-wilson-sobre-o-mercado-de-musica/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 12:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>

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		<description><![CDATA[Coincidência ou não, quando abro meu google reader pela primeira vez hoje, vejo um post do Fred Wilson falando a respeito de música. Pasmem, como se ele tivesse lido meu post anterior e comentado em inglês no blog dele. Sonho meu. Ele conta o cotidiano da família Wilson e a relação com a música. Eles são bons consumidores de música digital, fazendo uma conta rápida, estima que gastam aproximadamente dois mil dólares por ano. Ele inicia a narração contando que estava em seu Twitter no dia 3 de Fevereiro, e ao rolar a tela passa por um Tweet que lhe&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/fred-wilson.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-994" title="fred-wilson" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/fred-wilson.jpg" alt="" width="349" height="350" /></a></p>
<p>Coincidência ou não, quando abro meu google reader pela primeira vez hoje, vejo <a href="http://www.avc.com/a_vc/2011/02/anatomy-of-a-pirate.html">um post do Fred Wilson falando a respeito de música</a>. Pasmem, como se ele tivesse lido <a href="http://marcelotoledo.com/2011/02/07/o-mercado-brasileiro-da-musica-faliu-e-agora/">meu post anterior</a> e comentado em inglês no blog dele. Sonho meu.</p>
<p>Ele conta o cotidiano da família Wilson e a relação com a música. Eles são bons consumidores de música digital, fazendo uma conta rápida, estima que gastam aproximadamente dois mil dólares por ano.</p>
<p>Ele inicia a narração contando que estava em seu Twitter no dia 3 de Fevereiro, e ao rolar a tela passa por um Tweet que lhe interessa, um comentário sobre um novo album de uma banda que ele adora. Clique instantâneo, comenta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/6a00d83451b2c969e20147e26968a5970b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-995" title="6a00d83451b2c969e20147e26968a5970b" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/02/6a00d83451b2c969e20147e26968a5970b.jpg" alt="" width="464" height="190" /></a></p>
<p>Decide imediatamente que iria comprar, não encontra na iTunes nem emusic. Parte para a Amazon e encontra, porem em CD, que só estaria disponível no dia 15 de Fevereiro. Quem quer comprar plástico hoje em dia? Continua procurando e encontra uma versão em mp3 na Amazon UK, que só estaria disponível no dia 4 de Fevereiro.</p>
<p>Faz uma nota mental e volta no dia 4 para concluir a compra. Ao prosseguir é apresentado com a seguinte mensagem:</p>
<p>&#8220;We&#8217;re sorry. We could not process your order because of geographical restrictions on the product you were attempting to purchase. (…)&#8221;</p>
<p>Para resolver o problema e conseguir comprar o album, ele tenta encontrar uma VPN na Inglaterra, encontra diversos serviços, mas nada que fizesse sentido economicamente, já que o album custava 5 libras.</p>
<p>Fred Wilson estava com o dinheiro na mão, pesquisou durante vários minutos para comprar um album e não conseguiu. Foi paciente e aguardou até o dia seguinte para comprar, novamente não conseguiu. Resultado?</p>
<p>Abriu o torrent, fez uma pesquisa e em menos de 1 minuto estava com o CD inteiro pirateado em seu computador.</p>
<p>Entende agora porque o mercado de música esta falido?</p>
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		<title>Blogs que eu recomendo</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2011/01/27/blogs-que-eu-recomendo/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 03:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Entertainment]]></category>
		<category><![CDATA[Life]]></category>

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		<description><![CDATA[Os blogs se tornaram pra mim, uma das principais fontes de informação. Nada contra os jornalistas, mas eu acho que os blogs tornaram possível, que nós simples mortais, nos aproximemos cada vez mais daqueles que admiramos ou temos como ídolos. Antigamente se o seu ídolo não fosse colunista de jornal ou revista ou apresentador de tv, você jamais saberia sobre suas opiniões e comentários sobre os mais diversos assuntos. Uma grande barreira foi quebrada, hoje você não só tem a possibilidade de ler tudo que ele tem a dizer, com suas próprias palavras, sem terceiros no meio, como também tem&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/01/Screen-shot-2011-01-26-at-11.15.08-PM.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-941" title="Screen shot 2011-01-26 at 11.15.08 PM" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/01/Screen-shot-2011-01-26-at-11.15.08-PM.png" alt="" width="572" height="416" /></a></p>
<p>Os blogs se tornaram pra mim, uma das principais fontes de informação. Nada contra os jornalistas, mas eu acho que os blogs tornaram possível, que nós simples mortais, nos aproximemos cada vez mais daqueles que admiramos ou temos como ídolos. Antigamente se o seu ídolo não fosse colunista de jornal ou revista ou apresentador de tv, você jamais saberia sobre suas opiniões e comentários sobre os mais diversos assuntos.</p>
<p>Uma grande barreira foi quebrada, hoje você não só tem a possibilidade de ler tudo que ele tem a dizer, com suas próprias palavras, sem terceiros no meio, como também tem a possibilidade de acompanhar online quase toda sua vida. Via Twitter, Foursquare, Instagram e assim por diante.</p>
<p>Devido a tamanha importância dos blogs e a minha curiosidade por saber o que os outros estão lendo, estou criando o movimento:</p>
<blockquote><p><strong>Blogs que eu recomendo</strong></p></blockquote>
<p>Eu te desafio a escrever um post no seu blog compartilhando com seus leitores os blogs que você recomenda. No seu post, não esqueça de linkar este artigo, assim teremos registro de todos os ping backs. Se não tiver blog, você pode deixar sua sugestão nos comentários.</p>
<p>Os meus são:</p>
<p>Antes um comentário: Apesar de ter colocado diversos blogs, existem muitos outros no meu reader, aqui estão somente os principais, em ordem aleatória. Uma dica, o crème de la crème esta no item Pessoas.</p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<ul>
<li>A design and usability blog: Signal vs. Noise (by 37signals)  &#8211; <a href="http://37signals.com/svn/">http://37signals.com/svn/</a></li>
</ul>
<p><strong>Arquitetura</strong></p>
<ul>
<li>PLASTOLUX &#8220;keep it modern&#8221; &#8211; <a href="http://plastolux.com/">http://plastolux.com/</a></li>
</ul>
<p><strong>Empreendedorismo</strong></p>
<ul>
<li>BizRevolution. Um Novo Olhar Sobre As Mesmas Coisas &#8211; <a href="http://www.bizrevolution.com.br">http://www.bizrevolution.com.br</a></li>
<li>ResultsON &#8211; <a href="http://resultson.com.br/">http://resultson.com.br/</a></li>
<li>startupi &#8211; <a href="http://startupi.com.br/">http://startupi.com.br/</a></li>
<li>Venture Hackers &#8211; <a href="http://venturehacks.com">http://venturehacks.com</a></li>
</ul>
<p><strong>Gadgets</strong></p>
<ul>
<li>Digital Drops &#8211; <a href="http://digitaldrops.com.br">http://digitaldrops.com.br</a></li>
</ul>
<p><strong>Produtividade</strong></p>
<ul>
<li>Efetividade.net &#8211; <a href="http://www.efetividade.net/">http://www.efetividade.net/</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícias de Tecnologia</strong></p>
<ul>
<li>IT Web &#8211; <a href="http://www.itweb.com.br/">http://www.itweb.com.br/</a></li>
<li>Mac Rumors &#8211; <a href="http://www.macrumors.com/">http://www.macrumors.com/</a></li>
<li>ReadWriteWeb Brasil &#8211; <a href="http://readwriteweb.com.br/">http://readwriteweb.com.br/</a></li>
<li>BR-Linux &#8211; <a href="http://br-linux.org/">http://br-linux.org/</a></li>
</ul>
<p><strong>Pessoas (crème de la crème)</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.whatisleft.org/">Chris Sacca</a> &#8211; VC, investiu no Twitter, DailyBooth, Gowalla, Backupify, bit.ly, Photobucket, Twilio, Tipjoy, Cardpool, …</li>
<li><a href="http://steveblank.com/">Steve Blank</a> &#8211; Empreendedor, professor da University of California e autor do livro Four Steps to the Epiphany</li>
<li><a href="http://cdixon.org/">Chris Dixon</a> &#8211; VC, Co-Founder do Hunch, investiu no  Skype, Foursquare, Stack Overflow, TrialPay, DocVerse (acq by GOOG), Invite Media (acq by GOOG), Gerson Lehrman Group, ScanScout, OMGPOP, BillShrink, Panjiva, Knewton, …</li>
<li><a href="http://garyvaynerchuk.com/">Gary Vaynerchuk</a> &#8211; Transformou a lojinha de bebidas do pai num império do vinho chamado Wine Library, apresenta o videocast Wine Library TV e é autor do livro Crush It!</li>
<li><a href="http://blog.asmartbear.com/">Jason Cohen</a> &#8211; Empreendedor, VC e Fundador da Smart Bear</li>
<li><a href="http://www.avc.com">Fred Wilson</a> &#8211; VC da Union Square Ventures, investiu no Boxee, Disqus, Etsy, Foursquare, meetup, soundcloud, stackoverflow, tumblr, twitter, zynga, delicious, feedburner, &#8230;</li>
<li><a href="http://galaxy.blogs.com/">Simon Olson</a> &#8211; VC da DFJ FIR Capital</li>
<li><a href="http://www.bothsidesofthetable.com/">Mark Suster</a> &#8211; Empreendedor, VC da GRP Partners e Angel Investor</li>
<li><a href="http://abovethecrowd.com/">Bill Gurley</a> &#8211; VC da Benchmark Capital</li>
<li><a href="http://ecarvalho.typepad.com/">Eduardo Carvalho</a> &#8211; Empreendedor, dono da Sabiá Residencial e Moby incorporadora</li>
<li><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/empreendedor/">Pedro Mello</a> &#8211; Empreendedor, fundador da Plug e Use, escritor, palestrante e apresentador do programa Fiz do Zero</li>
<li><a href="http://www.bernardoporto.com/">Bernardo Porto</a> &#8211; Empreendedor, fundador e VP do <a href="http://DeskMetrics.com">DeskMetrics.com</a></li>
<li><a href="http://www.allthingsdistributed.com/">Werner Vogels</a> &#8211; CTO da Amazon</li>
<li><a href="http://www.fourhourworkweek.com/blog/">Tim Ferriss</a> &#8211; Empreendedor e Angel, autor dos livros 4-Hour Work Week e 4-Hour Body, investiu no DailyBurn, Posterous, RescueTime, Twitter, SimpleGeo, &#8230;</li>
<li><a href="http://www.norvig.com/">Peter Norvig</a> &#8211; Director of Research do Google, autor do famoso livro AI: A Modern Approach</li>
<li><a href="http://www.paulgraham.com/">Paul Graham</a> &#8211; Programador, VC, Co-Founder da Y-Combinator, autor do On-Lisp, ANSI Common-Lisp e Hackers &amp; Painters</li>
<li><a href="http://mossblog.allthingsd.com/">Walt Mossberg</a> &#8211; Jornalista colunista chefe de Tecnologia do The Wall Street Journal</li>
<li><a href="http://miguelcavalcanti.com/">Miguel Cavalcanti</a> &#8211; Empreendedor, dono da <a href="http://www.agripoint.com.br/">AgriPoint</a></li>
<li><a href="http://english.martinvarsavsky.net/">Martin Varsavsky</a> &#8211; Empreendedor, VC, Angel, fundador da Viatel, Jazztel, EINSTEINet, Ya.com, FON …, investiu na Gspace, Joost, Menéame, Moneytrackin&#8217;, Netvibes, / Plazes, Technorati, vpod.tv, Wikio, XING, Dopplr, sevenload, Vuze, Tumblr, …</li>
<li><a href="http://www.manualdastartup.com.br">Eric Santos</a> &#8211; Empreendedor, fundador e Diretor da <a href="http://www.praesto.com.br/">Praesto</a> e <a href="http://resultadosdigitais.com.br/">Resultados Digitais</a></li>
<li><a href="http://blog.maistempo.com.br/">Christian Barbosa</a> &#8211; Papa da administração do tempo e produtividade, Empreendedor, fundador da Triad, autor dos livros A Tríade do Tempo, Você Dona do Seu Tempo, Estou em Reunião e Mais Tempo Mais Dinheiro</li>
<li><a href="http://www.empreendebrasil.com.br">Bob Wollheim</a> &#8211; Empreendedor, Fundador e CEO da <a href="http://sixpix.com.br">Sixpix</a>, plataformas de conteúdo <a href="http://youpix.com.br">youpix.com.br</a>, <a href="http://resultson.com.br">resultson.com.br</a> e <a href="http://socialmediaweek.org/saopaulo/">SMW/SP</a></li>
<li><a href="http://www.leokuba.com.br/">Leo Kuba</a> &#8211; Empreendedor, Fundador e CEO da <a href="http://inkuba.com.br">Inkuba</a></li>
<li><a href="http://kevinrose.com/">Kevin Rose</a> &#8211; Empreendedor, Angel, fundador do digg.com, investiu no Twitter, Foursquare, Square, SimpleGeo, Gowalla, Zynga, Formspring, &#8230;</li>
<li><a href="http://joi.ito.com/weblog/">Joi Ito </a>- Empreendedor, VC, fundador da PSINet Japão, Digital Garage and Infoseek Japão, investiu no Twitter, Six Apart, Technorati, Flickr, SocialText, Dopplr, Last.fm, Rupture, Kongregate, etology Inc, Fotopedia, …</li>
<li><a href="http://www.joelonsoftware.com/">Joel Spolsky</a> &#8211; Programador, fundador e CEO da FogCreek</li>
</ul>
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		<title>O case Evernote</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 19:13:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Evernote foi fundado por Phil Libin, com objetivo de se tornar o cérebro eletrônico das pessoas, para que você registre em um sistema, tudo que você não tem capacidade física de se lembrar. Por entendermos nossa limitação física, costumamos não pensar em lembrar de diversas informações, mas se você tirar por alguns momentos essa mascara e analisar sob a ótica de que você poderia lembrar de tudo que quisesse na sua vida, talvez faça algum sentido, por exemplo: Todos os rótulos de vinho que já tomou Todos os restaurantes que foi Todas as contas que pagou Todos os cartões&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/01/evernote_logo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-926" title="evernote_logo" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2011/01/evernote_logo.jpg" alt="" width="220" height="175" /></a></p>
<p>O Evernote foi fundado por Phil Libin, com objetivo de se tornar o cérebro eletrônico das pessoas, para que você registre em um sistema, tudo que você não tem capacidade física de se lembrar. Por entendermos nossa limitação física, costumamos não pensar em lembrar de diversas informações, mas se você tirar por alguns momentos essa mascara e analisar sob a ótica de que você poderia lembrar de tudo que quisesse na sua vida, talvez faça algum sentido, por exemplo:</p>
<ul>
<li>Todos os rótulos de vinho que já tomou</li>
<li>Todos os restaurantes que foi</li>
<li>Todas as contas que pagou</li>
<li>Todos os cartões de visita que recebeu</li>
<li>Todos os PDFs que lhe interessaram</li>
<li>Todos os artigos que gostou</li>
<li>…</li>
</ul>
<p>É até injusto tentar listar que tipo de assunto pode-se registrar no Evernote, é infinito.</p>
<p>Por mais inteligente e brilhante que você seja, não conseguirá lembrar de tudo que quiser. O propósito do computador como um todo, é nos transformar em ciborgues, aumentar nossa capacidade física, seja através de um smart phone em suas mãos, um ipad, ou um computador. Ou seja, ha tempos que muitas empresas vem tentando resolver o problema da memória humana, mas o Evernote se destacou pela forma que resolveu este problema. Não é a toa que hoje é considerada uma das empresas web 2.0 de maior admiração e destaque.</p>
<p>Desde o começo o Evernote teve este objetivo e foi muito bem sucedido, os usuários sempre agradeciam e davam parabéns. Os números também mostravam isso, cada vez mais usuários se cadastrando e utilizando. Mas mesmo assim, teve um tropeço quase fatal. Eles estavam com um mês de caixa contado, mas felizmente estavam em uma fase final de aquisição de uma rodada de U$10 milhões de capital de risco. No dia que o dinheiro deveria entrar no caixa, Phil recebe uma ligação dizendo que infelizmente o dinheiro não seria mais liberado. Neste momento o mundo caiu na cabeça de Libin, após muito pensar e sem saídas, resolveu assumir a derrota, decidiu que iria dormir e no dia seguinte iria trabalhar para fechar a empresa, avisaria a todos, pagaria salários e contas pendentes e partiria para outra.</p>
<p>Por volta de três horas da manhã, pouco antes de dormir, Phil recebe um email de um usuário da Suíça, contando que era um usuário muito feliz do Evernote, que ama o serviço e deseja muito sucesso para eles. No final do email ele pergunta:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Vocês estão precisando de dinheiro?&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Parecia um milagre, imediatamente Phil responde o email e assim sucede uma rápida troca de emails, dez minutos depois eles estavam conversando no Skype. U$500.000,00 entram na conta da Evernote duas semanas depois e este usuário foi a salvação da empresa.</p>
<p>O Evernote foi um dos precursores do modelo freemium, seu plano inicial é totalmente gratuito, para maioria das pessoas sempre serviu e nunca chegou nem próximo de atingir os limites, além disso ele é tão bom com o recursos gratuitos que a maioria das pessoas nem pensa em fazer o upgrade.</p>
<p>Existe uma serie de vantagens em se fazer o upgrade para a versão premium, você tem mais capacidade de upload, mais tipos de arquivos são suportados, mais segurança, controle de versões, etc. Tudo isso ao custo de $5 por mês ou $45 por ano.</p>
<p>Como eu nunca tive qualquer necessidade de fazer o upgrade para a versão premium, sempre me pareceu que eles haviam fatiado de forma errada o que deveria ser gratuito e o que deveria ser pago, afinal o interesse da empresa é que em algum momento, de preferencia o mais rápido possível, que o usuário comece a pagar. Engano meu, depois de estudar melhor o case Evernote, a ficha caiu.</p>
<p>Atualmente 18 mil novos usuários se cadastram todos os dias, a média total é que somente 3% dos usuários estão na versão premium. No mês de cadastro, somente meio porcento vai para versão premium. Se analisarmos pensando em curto prazo, o serviço estaria fadado ao fracasso, os números são tristes. Como sustentar tantos usuários gratuitos, para tão poucos interessados num serviço pago?</p>
<p>Mas analisarmos o médio/longo prazo, tudo muda. A principal preocupação deles é criar um produto exemplar. Consultam os clientes frequentemente para entender exatamente o que eles querem, gostam e deixam de gostar. O resultado é que as pessoas acabam se apaixonando pelo Evernote, eventualmente, muitas vezes sem nem precisar, os clientes migram para a versão premium.</p>
<p>Existem alguns recursos que justificariam a migração para o plano premium, em diversas entrevistas que a Evernote fez para entender o seguinte:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Porque nossos clientes compram a versão premium?&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Muitos clientes até respondem o recurso A, ou B. Mas a grande maioria dos clientes respondem que pagam a versão premium porque adoram o produto. Parece ridículo, mas é a mais pura verdade.</p>
<p>Estamos saindo do samba de uma nota só onde todo mundo quer tudo de graça. Onde as pessoas exigiam, como se tivessem o direito de usar um determinado serviço de graça. Os clientes agora entendem, que o serviço é gratuito, mas para tudo aquilo acontecer tem um preço. Com isso em mente, muitos clientes pagam, para garantir que a empresa continue viva, para garantir que a empresa continue desenvolvendo novos recursos e continue tendo sucesso.</p>
<p>Por isso, se você gosta de um serviço ou software, pense se vale a pena usar a versão pirata, muitas vezes você esta contribuindo para matar algo que te salva a pele todos os dias, e muitas vezes tem o preço justo.</p>
<p>Não adianta querer colocar a carroça na frente dos bois, a sua empresa pode ter um comportamento similar a do Evernote, onde no curto prazo o cenário é uma tristeza e no médio/longo prazo tudo é uma maravilha. Talvez o segredo seja fazer como eles, não ter pressa para ganhar dinheiro, focar na qualidade do produto e na felicidade dos clientes.</p>
<p>Este artigo foi originalmente escrito para minha coluna no <a href="http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=207">IT WEB</a>.</p>
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		<title>The Social Network</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2010/12/10/the-social-network/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 20:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando as merecidas férias, ontem assisti o filme, The Social Network, que conta a história do Facebook de Mark Zuckerberg. Já haviam me falado que o filme era uma decepção, mas por ser de tecnologia, não podia deixar passar em branco. Na verdade, uma empresa que tem mais de 500 milhões de clientes, ninguém devia deixar de assistir. O filme não é péssimo, mas também não é bom, trás o suficiente para matar sua curiosidade sobre como tudo aconteceu e te salvar de ler o livro em que foi baseado, The Accidental Billionaires. O Brasileiro, Eduardo Saverin, teve uma participação&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/12/Screen-shot-2010-12-14-at-6.46.46-PM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-899" title="Screen shot 2010-12-14 at 6.46.46 PM" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/12/Screen-shot-2010-12-14-at-6.46.46-PM-188x300.png" alt="" width="188" height="300" /></a></p>
<p>Aproveitando as merecidas férias, ontem assisti o filme, <a href="http://www.imdb.com/title/tt1285016/">The Social Network</a>, que conta a história do Facebook de Mark Zuckerberg. Já haviam me falado que o filme era uma decepção, mas por ser de tecnologia, não podia deixar passar em branco. Na verdade, uma empresa que tem mais de 500 milhões de clientes, ninguém devia deixar de assistir.</p>
<p>O filme não é péssimo, mas também não é bom, trás o suficiente para matar sua curiosidade sobre como tudo aconteceu e te salvar de ler o livro em que foi baseado, <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0385529376?ie=UTF8&amp;tag=httpblogmarce-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0385529376">The Accidental Billionaires</a>. O Brasileiro, Eduardo Saverin, teve uma participação muito mais importante do que eu imaginava e de fato o Zuckerberg foi um sacana.</p>
<p>Quando o filme terminou, até fiquei com pena do Saverin, mas depois que descobri que ele ganhou o processo desfiquei. Ele recuperou boa parte da sua participação, que hoje representa mais de um bilhão de dólares.</p>
<p>Assista e aprenda a lição, não assine absolutamente nada sem ler ou mostrar para seu advogado.</p>
<p>[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=lB95KLmpLR4[/youtube] </p>
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		<title>Sites de compras coletivas, bom ou ruim?</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2010/11/10/sites-de-compras-coletivas-bom-ou-ruim/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 10:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os sites de compras coletivas surgiram, foi como se um vírus estivesse se espalhando e contaminando todos. Os usuários enlouquecidos com descontos chegando até 90%. Os empresários maravilhados com as promessas de aumento de clientela, receita e consumo. Os empreendedores viam uma enorme oportunidade e os engenheiros de software, um software simples de se fazer. Não foi a toa que o crescimento foi meteórico, com menos de um ano do segmento no Brasil, já contabiliza-se mais de duzentos e cinquenta sites de compras coletivas. Eles surgiram nos Estados Unidos, o mais famoso deles chama-se Groupon, a febre esta tão&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/12/Screen-shot-2010-12-10-at-7.33.11-AM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-894" title="Screen shot 2010-12-10 at 7.33.11 AM" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/12/Screen-shot-2010-12-10-at-7.33.11-AM-300x198.png" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p>Quando os sites de compras coletivas surgiram, foi como se um vírus estivesse se espalhando e contaminando todos. Os usuários enlouquecidos com descontos chegando até 90%. Os empresários maravilhados com as promessas de aumento de clientela, receita e consumo. Os empreendedores viam uma enorme oportunidade e os engenheiros de software, um software simples de se fazer. Não foi a toa que o crescimento foi meteórico, com menos de um ano do segmento no Brasil, já contabiliza-se mais de duzentos e cinquenta sites de compras coletivas.</p>
<p>Eles surgiram nos Estados Unidos, o mais famoso deles chama-se Groupon, a febre esta tão grande que nos últimos dias o Google fez uma oferta de US$6B para compra-lo, e quer saber o mais curioso? Eles recusaram a oferta.</p>
<p>Se ainda não caiu a ficha, estou falando daqueles sites que oferecem aos seus usuários ofertas arrasadoras de até 90% de desconto, uma por vez, quando ativa você tem vinte e quatro horas para comprar. Paga-se antecipadamente e recebe-se um voucher com um determinado limite de tempo para usar.</p>
<p>As ofertas para serem válidas precisam atingir um número mínimo de compradores, afinal para conceder tanto desconto, o mínimo que o empresário quer é volume de vendas. Para facilitar o entendimento disso, os sites criaram uma barra de progresso com o número de vendas efetuadas, o que torna possível entender quanto cada site esta faturando. Quer saber porque tantos aventureiros neste mercado? O Peixe Urbano foi o pioneiro no Brasil, certa vez em parceria com o restaurante Era uma vez um chalezinho…, fez a seguinte oferta, “56% OFF em Fondue Salgada + Doce para 2 pessoas (de R$181,60 por R$80)”. Seis mil pessoas compraram, em um dia o Peixe Urbano faturou meio milhão de reais.</p>
<p>Quem não quer montar um negócio e em seis meses faturar meio milhão de reais em um dia? Mas será que é viável para o empresário?</p>
<p>Para uma oferta fazer sentido e entrar no site, é necessário pegar o preço original e baixa-lo entre 30 e 90%. Esse será o preço de venda no site, de tudo que for faturado, 30% fica para o site e o restante para o comerciante.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p>Sushi combinado para 2 pessoas<br />
Preço original: R$180,00<br />
Preço com 60% de desconto: R$72,00<br />
Receita do restaurante: R$50,40<br />
Receita do site: R$21,60</p>
<p>O principal meio de divulgação desses sites é email, os maiores chegam a ter listas com milhares de cadastros, sem contar as redes sociais que complementam a divulgação com muita força. Como as ofertas duram somente vinte e quatro horas, cria-se uma sensação de urgência e isso faz com que as pessoas comprem por impulso e também repassem para seus amigos para também aproveitarem a grande oportunidade. Cria-se uma viralização da oferta, que gera uma ótima exposição da marca.</p>
<p>Existem vários argumentos muito lindos, mas a grande verdade é que muitas empresas perderam e perdem dinheiro com essas ofertas. No Brasil ainda não existe um estudo formal sobre o assunto, todos os números que citarei saíram de um estudo feito nos Estados Unidos, por um professor da Rice University. Vale lembrar que o Brasil tem uma outra realidade socioeconômica e pelo que tenho visto, acredito que todos os números citados pioram significativamente por aqui.</p>
<p>Para tornar mais confiável, o estudo foi feito com centenas de estabelecimentos, em treze categorias de produtos diferentes, espalhados por dezenove cidades dos EUA. Dos entrevistados, 32% relatou que a oferta não foi lucrativa. Dentro desses casos também foi identificado que somente 25% das pessoas gastaram mais do que o valor do voucher, e menos de 15% das pessoas voltaram ao estabelecimento. Sem surpresa alguma, poucos desses negócios (8%) disseram que voltarão a fazer uma nova promoção.</p>
<p>Os restaurantes mostraram-se mais sucessíveis aos pontos negativos, 42% relataram que a oferta não foi lucrativa. Um dono de restaurante observou que: “A maioria dos compradores eram o que chamamos de ‘deal-seekers’; não gastaram mais do que o voucher custou, não deram gorjeta e a maioria não retornará”.</p>
<p>Mas não podemos negar que os sites de compras coletivas são um sucesso, dentro do estudo, dois terços dos entrevistados informaram que as promoções foram lucrativas, o outro um terço, é o ponto de atenção. O que tenho visto e entendido, é que as promoções nesses sites são muito prejudiciais para a margem do produto, então se você trabalha com margens pequenas, é bem possível que não tenha sucesso. Por outro lado, tenho acompanhado que a maioria das ofertas, trata-se de produtos com margens altas, que permitem fazer uma oferta e ainda assim obter uma boa margem, na esperança de alta escala.</p>
<p>Os sites de compras coletivas devem ser enxergados como uma ferramenta de marketing, que permite abaixar os preços, para escalar as vendas. Deve-se observar que essa ferramenta não serve para todos os negócios e/ou segmentos, e lembre-se que as taxas de insucesso são altas, por isso é importante comparar com outras estratégias de aumento de receita.</p>
<p>Para muitas empresas, ter uma visibilidade instantânea por centenas de milhares de pessoas, com retorno praticamente imediato e garantia de recebimento do dinheiro, é um sonho de consumo. Para pequenos negócios, pode ser um ponta pé para o rápido crescimento. Para quem esta mal das pernas, pode ser a muleta que faltava.</p>
<p>Para você empresário, que esta louquinho para se aventurar em uma promoção dessas, lembre-se que 1 em cada 3, vai se ferrar. Então planeje muito bem para não ser o 1. Mas não tenha medo demais, correr riscos faz parte do caminho do sucesso.</p>
<p>Este artigo foi originalmente escrito para minha coluna no <a href="http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=207&amp;arquivo=12/2010">IT WEB</a>.</p>
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		<item>
		<title>Os bastidores do desenvolvimento do WISPr 2.0</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2010/11/05/os-bastidores-do-desenvolvimento-do-wispr-2-0/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 13:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[wba]]></category>
		<category><![CDATA[wi-fi]]></category>
		<category><![CDATA[wi-fi alliance]]></category>
		<category><![CDATA[wispr]]></category>
		<category><![CDATA[wispr 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando terminei aquela ligação com Edgar Figueroa, CEO da Wi-Fi Alliance (WFA), minha intenção era retomar o projeto do protocolo WISPr (Wireless Internet Service Provider roaming), que estava completamente abandonado desde o seu lançamento em 2003. Desde então, a Wi-Fi Alliance cresceu muito, a maior parte dos seus membros eram fabricantes de equipamentos, por isso o interesse focado nos protocolos 802.11 e equipamentos. Já o WISPr, que é um protocolo que automatiza conexões em redes Wi-Fi, foi deixado um pouco de lado, por estar mais ligado ao provimento de acesso. Edgar estava interessado, mas abriu que havia uma organização interessada&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/11/Screen-shot-2010-11-05-at-Nov-5-11.15.08-AM.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-882" title="Screen shot 2010-11-05 at Nov 5 - 11.15.08 AM" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/11/Screen-shot-2010-11-05-at-Nov-5-11.15.08-AM-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Quando terminei aquela ligação com Edgar Figueroa, CEO da Wi-Fi Alliance (WFA), minha intenção era retomar o projeto do protocolo WISPr (Wireless Internet Service Provider roaming), que estava completamente abandonado desde o seu lançamento em 2003.</p>
<p>Desde então, a Wi-Fi Alliance cresceu muito, a maior parte dos seus membros eram fabricantes de equipamentos, por isso o interesse focado nos protocolos 802.11 e equipamentos. Já o WISPr, que é um protocolo que automatiza conexões em redes Wi-Fi, foi deixado um pouco de lado, por estar mais ligado ao provimento de acesso.</p>
<p>Edgar estava interessado, mas abriu que havia uma organização interessada em levar o projeto a diante, a Wireless Broadband Alliance &#8211; WBA, organização que a Vex já fazia parte, com foco total no provimento de acesso a redes Wi-Fi. Daquela ligação até a WFA conceder os direitos do protocolo WISPr à WBA, foi só uma questão de tempo.</p>
<p>A WBA é composta basicamente por provedores e operadores de redes Wi-Fi, atualmente as principais empresas do mundo neste segmento são membros. Fazemos duas reuniões anuais em alguma parte de mundo, uma por semestre. Nestas reuniões discutimos propostas, projetos em andamento, experiências, etc. Tudo para tornar cada vez mais simples o ato de se conectar a uma rede Wi-Fi, e o WISPr, tinha total sinergia com isso tudo.</p>
<p>O WISPr melhorou muito a facilidade de se utilizar o Wi-Fi em redes públicas, sem ele o processo envolve diversas etapas, primeiro você lista as redes Wi-Fi, depois escolhe o SSID que deseja se conectar, abre um browser e digita uma URL qualquer. Neste momento você é levado a uma página de autenticação, então você digita seu usuário e senha e só após concluir todas essas etapas, você estará pronto para navegar na internet. Com o WISPr, todas as essas etapas se reduziram a uma, basta ter um client WISPr instalado em qualquer dispositivo, seja um celular, tablet, laptop, etc, e ele fará tudo automaticamente para você.</p>
<p>No primeiro semestre de 2009, em Dubai, o projeto WISPr 2.0 foi apresentado, engenheiros foram recrutados e assim formou-se o grupo de trabalho para desenvolver o que viria se tornar o WISPr 2.0. O líder do projeto estando na Suiça, outro membro na Inglaterra, um nos Estados Unidos e eu, no Brasil.</p>
<p>Foi lá que de fato tudo começou, em uma reunião, fizemos um brainstorm, depois levantamento inicial de requisitos, discutimos principais problemas, soluções propostas, melhorias e informações fora do escopo na documentação antiga. Não nos aprofundamos em nada, mas conseguimos passar por todo o escopo do que envolveria nossos próximos meses de trabalho. Como o evento não gira em torno somente do WISPr 2.0, nosso tempo era limitado, então durante aquele encontro, WISPr foi pauta por somente duas horas.</p>
<p>Depois que o evento terminou, todos voltaram para as suas casas, e foi exatamente aí que começou a maior parte do trabalho. O grande desafio pela frente era como fazer tudo isso, sendo que cada um dos membros estavam em um canto do mundo diferente. </p>
<p>Ao final do ano, na segunda conferencia do ano, na Inglaterra, o protocolo estava praticamente todo especificado, foi feito a base de muitos emails, compartilhamento de documentos, planilhas e conferencias telefonicas. Laurent, líder do projeto, fez uma apresentação tentando levantar os últimos detalhes para os próximos meses finais de trabalho, discutimos todos os pontos, várias pessoas fizeram diversos comentários e de lá saímos com uma lista grande de itens para rever e melhorar.</p>
<p>Neste momento já estavámos na reta final, todo o texto foi revisado, diagramas e imagens foram desenvolvidas para facilitar a compreensão do conteúdo e durante a primeira reunião de 2010, em San Diego, o WISPr 2.0 foi oficialmente lançado.</p>
<p>Foi uma experiência bastante interessante, poder trabalhar em um projeto dessa magnitude e que em pouco tempo estará presente em centenas de milhares de dispositivos Wi-Fi espalhados pelo mundo.</p>
<p>Meses depois, a Vex foi a primeira empresa do mundo a implementar suporte a WISPr 2.0 em 100% da sua rede.</p>
<p>Este artigo foi originalmente escrito para o <a href="http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=168">IT WEB</a>.</p>
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		<title>Wi-Fi: necessidade ou luxo?</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2010/09/22/wi-fi-necessidade-ou-luxo/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 20:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[wi-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[Se Internet para você ainda é sinônimo de cabos azuis e fios para todos os lados, já está na hora de rever seus conceitos. Há cerca de vinte anos, a tecnologia Wi-Fi (Wireless Fidelity) trouxe mobilidade aos acessos. Mas essa cultura ainda está em fase de construção no Brasil. Trata-se de uma tecnologia mais barata em relação ao 3G, oferecida pelas operadoras de telefonia celular. Sua manutenção também tem custo inferior por conta dos equipamentos utilizados. Entretanto, no Brasil, o Wi-Fi ainda tem muito a ser explorado e tem alto potencial para levar acesso rápido e estável a milhões de&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/wifizonelogo.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-837" title="wifizonelogo" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/wifizonelogo-300x256.jpg" alt="" width="300" height="256" /></a></p>
<p>Se Internet para você ainda é sinônimo de cabos azuis e fios para todos os lados, já está na hora de rever seus conceitos. Há cerca de vinte anos, a tecnologia Wi-Fi (Wireless Fidelity) trouxe mobilidade aos acessos. Mas essa cultura ainda está em fase de construção no Brasil.</p>
<p>Trata-se de uma tecnologia mais barata em relação ao 3G, oferecida pelas operadoras de telefonia celular. Sua manutenção também tem custo inferior por conta dos equipamentos utilizados. Entretanto, no Brasil, o Wi-Fi ainda tem muito a ser explorado e tem alto potencial para levar acesso rápido e estável a milhões de usuários.</p>
<p>(Este post continua&#8230;)</p>
<p>Este artigo foi originalmente escrito para o IDG NOW!, <a href="http://idgnow.uol.com.br/blog/plural/2010/09/22/wi-fi-necessidade-ou-luxo/">clique aqui para ler na íntegra</a>!</p>
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		<title>iPhone 4</title>
		<link>http://marcelotoledo.com/2010/09/20/iphone-4/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 14:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Life]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[iphone 4]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 24 de Junho, o iPhone 4 foi lançado, em agosto o caos estava instalado. Todos os meios de comunicação inclusive os alternativos, estavam massacrando violentamente o iPhone 4. Todos diziam que a inovação, de colocar a antena na estrutura do aparelho havia sido terrível, que bastava tocar na listra preta, que as ligações caiam. Foram milhares de artigos e vídeos. A coisa foi tão séria que a Apple convocou um press conference para falar especificamente sobre este assunto. Mesmo não tendo um iPhone 4 em mãos, em meio a toda aquela confusão, resolvi escrever o artigo A verdade&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/iphone-4-reviews.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-809" title="iphone-4-reviews" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/iphone-4-reviews-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a></p>
<p>No dia 24 de Junho, o iPhone 4 foi lançado, em agosto o caos estava instalado. Todos os meios de comunicação inclusive os alternativos, estavam massacrando violentamente o iPhone 4. Todos diziam que a inovação, de colocar a antena na estrutura do aparelho havia sido terrível, que bastava tocar na listra preta, que as ligações caiam. Foram milhares de artigos e vídeos. A coisa foi tão séria que a Apple convocou um press conference para falar especificamente sobre este assunto.</p>
<p>Mesmo não tendo um iPhone 4 em mãos, em meio a toda aquela confusão, resolvi escrever o artigo <a href="http://marcelotoledo.com/2010/07/22/a-verdade-sobre-o-iphone-4/">A verdade sobre o iPhone 4</a>. Como todo aquele problema tratava de rádio-frequência, exatamente o que eu vivo todos os dias nos últimos seis anos, sabia que era sensasionalismo, achava que existia um problema, mas que não seria tão grave assim, dito e feito.</p>
<p>Na press conference, Steve Jobs e os principais engenheiros responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho responderam todos os tipos de perguntas. Em todo momento a linha foi a mesma, este problema não existe, isso é sensacionalismo, o aparelho é ótimo e muito melhor que o anterior. Foram perfeitos ao dizerem: Não esta feliz com seu iPhone 4? Nós devolveremos o seu dinheiro. Qual o resultado de tudo isso? Ainda estou para conhecer uma pessoa que devolveu o aparelho. Tudo baboseira. O tempo passou, não houve recall, o número de pessoas que devolveram o aparelho é insignificante e as vendas do iPhone 4 só crescem.</p>
<p>Agora com um aparelho em mãos, poderei fazer meus comentários. O meu veio diretamente da Espanha, desbloqueado, pronto para ser utilizado, a não ser é claro pelo fato de utilizar o chip menor do que estamos acostumados. Todos os principais aparelhos hoje em dia utilizam o chip em formato Sim, que para as dimensões do iPhone 4 ficou grande demais e por isso nasceu com uma versão bem menor, chamada de Micro Sim. O grande problema é que no momento ainda não havia Micro Sim disponível na minha operadora. Procurei então, na internet, como transformar o Sim em Micro Sim, mais ferramentas, régua, estilete, tesoura, lima e voilá, um micro sim caseiro.</p>
<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/sim_microsim.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-811" title="sim_microsim" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/sim_microsim-300x152.jpg" alt="" width="300" height="152" /></a></p>
<p>O primeiro e mais importante ponto. Existe algum problema no iPhone 4? Não. Tudo que a Apple disse na press conference convocada é absolutamente verdade. Rádio-Frequência (RF) tem limitações, não problemas. Todos os fabricantes compartilham das mesmas limitações. Então não se preocupe, nada do que foi gritado na mídia, acontecerá com você.</p>
<p>Antes de ter o iPhone 4, eu usava um iPhone 3GS, quem fizer a mesma migração perceberá que é o mesmo aparelho, com três mudanças realmente significantes:</p>
<p>1. Retina Display<br />
2. Câmera de 5 megapixels e filmadora HD com flash<br />
3. Facetime</p>
<p>O Design mudou, segue a linha dos produtos de alumínio, envolvido por vidro na frente e atrás. Continua tão bonito quanto o 3GS, mas na mão, o iPhone 3GS é mais confortável por ter não ter muitas bordas quadradas, é praticamente todo arredondado, já o iPhone 4 seguiu para um design mais reto.</p>
<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/iphone4_3gs.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-812" title="iphone4_3gs" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/iphone4_3gs-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>O que mais impressiona é o retina display. É realmente incrível colocar um 3GS ao lado do 4 e comparar, o que parecia perfeito, ficou melhor ainda. É como se os pixels não existissem mais, é muito mais confortável ler, jogar, ver fotos e vídeos. Tudo ficou mais agradável.</p>
<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/devices-iphone-retina-display-zoom.png" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-813" title="devices-iphone-retina-display-zoom" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/devices-iphone-retina-display-zoom-300x208.png" alt="" width="300" height="208" /></a></p>
<p>A câmera apesar de só ter 5 megapixels, faz fotos de muita qualidade e filma em alta definição. Agora é possível tirar fotos e filmar com qualidade nos momentos em que você não tem uma câmera tradicional. Ainda não substitui a câmera, mas preenche muito bem a lacuna dos momentos alternativos, principalmente por agora ter flash em led, que realmente funciona em locais totalmente escuros.</p>
<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/IPhone_4_cameras.png" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-814" title="IPhone_4_cameras" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/IPhone_4_cameras-300x245.png" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
<p>O iPhone 4 vem com uma câmera frontal acompanhado do software FaceTime, que permite que você ligue para pessoas que também tenham o FaceTime e as veja e vice-versa. O software também permite que você troque para a câmera traseira, assim a pessoa do outro lado poderá ver o que você esta vendo. Outra grande vantagem, foi que a Apple criou o FaceTime como um padrão aberto, o que permitirá que empresas adotem o recurso em seus produtos. É muito provável que em breve apareça um aplicativo para o iPad e  outro para Mac.</p>
<p><a href="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/face-time-iphone-4.jpg" rel="lightbox"><img class="aligncenter size-medium wp-image-815" title="face-time-iphone-4" src="http://marcelotoledo.wpengine.com/wp-content/uploads/2010/09/face-time-iphone-4-275x300.jpg" alt="" width="275" height="300" /></a></p>
<p>O iPhone continua demais, tiveram poucas mudanças, mas muito significativas e como tudo que é novo, você pode achar que esses recursos não façam a diferença para você, mas no dia-a-dia você começa a usar sem nem perceber, recomendo a compra.</p>
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