Marketing de Conteúdo: Escreva uma história de sucesso para sua startup!

Você teve uma ideia que considera brilhante e decidiu empenhar tempo e recursos na transformação de seus planos em realidade. Você criou (ou tem planos de criar) uma startup. Obviamente, está decidido a transformar sua iniciativa empreendedora em um enorme sucesso. Porém, sejamos realistas: o mercado atual é extremamente competitivo e qualquer um que quiser se aventurar nele terá de trabalhar muito para conquistar seus objetivos. “Mas, como isso é possível?!”, você se pergunta.

Não existe uma fórmula mágica. Há inúmeros fatores decisivos para o sucesso de uma startup e a divulgação é muito importante. Se ninguém conhecer seu serviço ou produto, será quase impossível competir e crescer. Já dizia o velho ditado: “A propaganda é a alma do negócio”.

Embora antiga, essa é uma máxima que não perdeu o significado com o passar do tempo. O que mudou foi a publicidade em si. A propaganda, nos dias de hoje, é bem mais ampla do que os tradicionais anúncios pagos, ou os releases e textos institucionais desenvolvidos pelas assessorias de imprensa. O conceito de startup é relativamente novo e está intimamente ligado ao termo “inovação”. Isso quer dizer que para sua empresa conquistar espaço precisa buscar também ferramentas inovadoras de gestão. E um desses poderosos instrumentos é o Marketing de Conteúdo.

Mas, afinal, o que é Marketing de Conteúdo?

Trata-se da mais nova aposta entre os profissionais da Comunicação Corporativa. Por meio dessa ferramenta, as empresas estão criando canais próprios e eficazes de divulgação, com o objetivo de expandir o mercado em que atuam, conquistar e fidelizar os clientes e, ao mesmo tempo, fortalecer e agregar valor ao nome da marca. E para uma startup, acredite, esses fatores são vitais.

Mas, como isso funciona na prática? Para começar, é importante definir com quais meios você vai trabalhar: site, blog, redes sociais, etc. Depois, é preciso conhecer qual o seu público alvo. E, por fim, você deve desenvolver um plano de ação que inclui a definição dos temas a serem abordados (afinal, qual a mensagem que você e sua empresa querem passar?) e a periodicidade das atualizações. Feito isso, é só começar a gerar o conteúdo.

Mas, esteja atento porque o material deve ser elaborado de forma estratégica! Nada de falar sobre a própria empresa, isso é propaganda pura e simples e não agrada ao consumidor de hoje, que está cada vez mais exigente. É preciso dar ao seu público-alvo informações úteis e de qualidade. Coloque-se no lugar do cliente e tente entender seus problemas. É sobre isso que você deve falar. Faça com que seu site, blog e perfis nas redes sociais sejam fonte de informação. Se você quer mostrar ao mercado que é o melhor no seu ramo, então demonstre que tem conhecimento e autoridade para falar sobre o tema!

Uma empresa de roupas e acessórios, por exemplo, pode postar dicas de saúde e beleza. Uma construtora pode produzir informação sobre o comportamento do mercado imobiliário. Uma firma de contabilidade pode ajudar seus clientes a reduzir custos e a analisar as possibilidades de redução de taxas e impostos. E a sua startup deverá, da mesma forma, gerar conteúdo sobre o ramo em que atua. Quanto maior o volume e a qualidade dos textos e informações disponibilizados, maiores serão as suas chances de sucesso.

O raciocínio é simples: publicações com informações corretas e de qualidade vão gerar links, compartilhamentos e tráfego. E, quanto maior o número de acessos no seu site, blog ou redes sociais, maior credibilidade a sua empresa terá. Logo, sua marca vai conquistar mais clientes e também a atenção da mídia e dos jornalistas do segmento. Sua empresa, aos poucos, vai se tornar uma autoridade no assunto. E assim que isso acontecer você vai atrair os investidores que precisa para alavancar os negócios e transformar sua startup em uma empresa grande e lucrativa.

Como educar seus clientes

A partir do momento em que a sua startup estiver gerando material de qualidade na web e conseguindo atrair os “corações e mentes” do público, você vai perceber que o Marketing de Conteúdo é muito mais do que a simples disponibilização de informação. A sua estratégia vai educar seus clientes.

Não se trata de manipulação. Nem pense nisso, porque a transparência é uma das principais virtudes do Marketing de Conteúdo. O fato é que a partir das informações que você disponibilizará, vai conseguir contribuir para a formação de opinião daquele público que consome seu produto ou serviço. E isso, sem dúvida, vai agregar valor à sua marca, já que o consumidor vai passar a se identificar com ela.

Para conseguir isso, no entanto, é preciso atenção a diversos fatores. O material que você vai postar tem, necessariamente, que conter informações verdadeiras e atuais. Você precisa ter certeza de que estará disponibilizando material de alta qualidade que não pode, de forma alguma, ter a credibilidade questionada. Portanto, é preciso buscar fontes confiáveis e, principalmente, profissionais capacitados para elaboração dos textos.

Seu concorrente já entendeu a importância do Marketing de Conteúdo. Não fique para trás.

As estatísticas mostram que em pouco tempo o Marketing de Conteúdo deixará de ser uma “vantagem” e se tornará essencial, básico para qualquer empresa. Esse não é um investimento restrito às grandes corporações. Pelo contrário, é mais acessível do que os anúncios pagos em mídias convencionais e proporciona resultados duradouros.

Com toda certeza, o seu concorrente já entendeu a importância desse instrumento de comunicação com o mercado. Se ele ainda não está utilizando essa ferramenta, já pode estar planejando fazê-lo. E você, é claro, não pode ficar para trás. Portanto, trace seus objetivos e metas e comece o quanto antes a colocar seu plano em ação!

Growth Hacking – Que bicho é esse?

Talvez você tenha lido o título e se perguntou: o que significa isso que eu nunca ouvi falar? Não se preocupe. Certamente você não foi o único! O Growth Hacking é relativamente novo por aqui, mas já é muito visado fora do país. Ele é aplicado por grandes startups do Vale do Silício, o famoso pólo tecnológico nos Estados Unidos, referência mundial em informação e inovação. Mas afinal, o que é o Growth Hacking?

A melhor maneira para entender o que é esta nova posição nas empresas é redefinir o que é um hacker. O termo sempre foi conhecido por ser um invasor de redes de computadores ou um criminoso virtual. Ao contrário dessa crença, o hacker é aquele indivíduo com uma dedicação além do comum em busca do conhecimento. Aquele cara que não sossega enquanto não entender toda e qualquer parte do que se propôs. Cada mínimo detalhe. Seja sistemas, hardwares, ou neste caso especifico, vendas.

Neste contexto, o Growth (do inglês, crescimento) Hacker é um profissional cujo objetivo é fazer crescer o número de usuários de um produto ou serviço. Ou seja, através de uma metodologia testável e escalável, o Growth Hacker alavanca as métricas de conversão.

Growth Hacking x Marketing

Você deve estar se questionando se não estamos falando de um profissional de marketing, certo? Não, não estamos. Enquanto muitas pessoas consideram que o crescimento do número de usuários seja uma função de marketing, encontramos exemplos de produtos que aumentaram as vendas de outras formas.

Há muitas decisões responsáveis pelo crescimento do número de usuário de um determinado produto ou serviço. Por isso, o Growth Hacker tem um papel multifuncional englobando não apenas o marketing, mas o produto, as operações empresariais, finanças e até mesmo os recursos humanos.

A ideia é que a cada decisão que a sua empresa faça o Growth Hacker aborde a seguinte questão: Qual será o impacto desta escolha para o crescimento do seu negócio ou dos consumidores?

Você pode ser um Growth Hacker?

Você teria capacidade de assumir a responsabilidade pelo crescimento de uma unidade de negócios? O Growth Hacker tem como objetivo imediato conectar o seu mercado-alvo com o produto ou serviço do seu negócio. O profissional deve ter a criatividade para descobrir maneiras únicas de condução do crescimento, além de testar e evoluir as técnicas já comprovadas por outras empresas.

Um Growth Hacker também precisa ser disciplinado para seguir um processo de priorização de idéias, testando-as, além de ser analítico o suficiente para saber definir os mecanismos que apresentaram resultados positivos para serem mantidos, repetidos e escaláveis​​, visando o crescimento do negócio.

A característica essencial de um Growth hacker é a criatividade. Sua mente é a melhor ferramenta de trabalho. Este profissional vai além de estratégias de Adwords ou SEO para a distribuição da informação. Canais tradicionais de marketing, muitas vezes geram um alto custo por aquisição e baixo valor pelo tempo que duram, devido à alta saturação. Em uma época de usuários sociais, a estratégia de crescimento vem do ajuste de um produto ao mercado, elevando as escalas virais pela experiência do consumidor.

Algumas ferramentas utilizadas por um Growth Hacker

  • Aquisições Virais: Através do compartilhamento de conteúdo dos usuários existentes para os novos;
  • Aquisições pagas: Com estratégias de SEM (search engine marketing), Links patrocinados (Google Adwords, Facebook Ads), anúncios na TV, celulares, rádios, marketing de afiliados, dentre outros;
  • Marketing de Conteúdo (Content Marketing): Através de posts em blogs, infográficos e vídeos virais, aumentam a visibilidade da marca e o tráfego para o site, convertendo visitantes em consumidores;
  • E-mail Marketing: Estratégia de relacionamento utilizada para conversão de novos consumidores e motivação para gastarem mais com o seu negócio;
  • SEO (otimização em sites de buscas): Efetivamente utilizado para construir uma infraestrutura escalável aplicáveis a inúmeras páginas, ao invés da seleção tradicional de uma pequena quantidade de palavras-chave.

Em suma, o Growth Hacking é a interseção entre o marketing e o desenvolvimento do produto, fazendo mais com menos. As estratégias são articuladas desde o desenvolvimento do produto e, por isto, levando uma experiência mais agradável ao consumidor que, por sua vez, atrai novos usuários ao viralizá-la.

Agora que você já conheceu o cargo que tem feito a diferença no Vale do Silício é hora de começar a pensar a ser um ou ter um Growth Hacker na sua empresa!

Confirmar como amigo?

Há uns dois anos, voltando de viagem de carro com um amigo, conversávamos sobre os planos para o ano que acabará de iniciar. Recentemente, este amigo fez o que planejava, largou seu atual emprego, estável e confortável, como executivo chefe de uma empresa, e um dos mais notáveis do seu segmento, para empreender e abrir seu próprio grupo de negócios.

O lançamento da empresa foi um sucesso, muita visibilidade, muito buzz, diversos contratos fechados e centenas de leads gerados. Praticamente uma campanha política, evento atrás de evento apresentando seu produto, falando sobre a cultura da empresa, método de trabalho, equipe, etc. Isso tudo, regado a muita conversa com pessoas interessantes, e obviamente, vendendo.

Poucos dias após o lançamento do seu negócio, este amigo, que sempre utilizou as redes sociais para manter contato com amigos e familiares, tomou um susto ao entrar em seu Facebook. Nada mais nada menos do que 300 solicitações de novos amigos.

Demorou alguns segundos para entender o que estava acontecendo, afinal, o máximo de solicitações que já havia visto ao mesmo tempo era uma ou duas. Conforme passava pelas fotos das pessoas, não reconhecia quase nenhuma delas, ao final da lista, lembrava de uma ou outra do evento de lançamento e conhecidos muito antigos que não via há muitos anos. Como estava tarde, respondeu algumas mensagens, olhou algumas fotos, mas deixou para ver o que faria com essa montanha de novos amigos depois.

No dia seguinte me contou tudo que havia acontecido e comentou que só iria adicionar as pessoas que realmente conhecesse.

Comentei:

A rede social não é um cercadinho onde só quem pode entrar é genuinamente seu amigo. Você pode não conhecer todas essas pessoas, mas elas te conhecem e sem dúvida tem algum interesse em você.

  • Seja pelo que você escreve
  • Pela sua empresa
  • Pelo seu perfil profissional
  • Por sinergias comerciais

Isso é resultado de um bom inbound marketing, empresas gastam fortunas com essa estratégia desejando que clientes sigam suas empresas através de blog/twitter/facebook/etc. Quando exatamente o mesmo acontece com você, dizer não é o mais sensato?

Noto que muitas pessoas tem medo das consequências que podem ocorrer ao adicionar pessoas “desconhecidas”, e sem dúvida, no meio de uma bacia de laranjas, sempre existirá uma podre. Neste caso, o que você pode fazer é colocar em ação o recurso bloquear/ignorar, dessa forma esta pessoa nunca mais irá lhe incomodar novamente. O que não pode acontecer é você sacrificar boas laranjas em função de uma ou duas podres.

Nunca recuse um par de olhos

No dia-a-dia, fora do mundo virtual, se uma pessoa vem conversar com você, naturalmente você responde. Porque ser diferente no mundo virtual? Quando alguém lhe solicita uma amizade, no fundo o que ela esta dizendo é: Tenho alguma sinergia com você, podemos iniciar um contato?

Se você é daquelas pessoas que sempre diz não, talvez esteja enxergando novas amizades com olhos muito negativos, certamente já perdeu e esta perdendo muitas oportunidades.

Cada vez mais…

  • Head hunters buscam novos talentos…
  • Investimentos são conseguidos…
  • Novos negócios são gerados…

…Através de redes sociais.

Dizer não para um novo amigo, significa dizer não para você, significa dizer não para oportunidades, empregos, novos negócios, significa dizer não para o seu crescimento.

Se você aceita conselhos: Aceite todos seus novos amigos.

Este artigo foi originalmente escrito para minha coluna no IT WEB.

Um logo por $99

A coisa mais normal do mundo é as empresas terem marcas. Mas e as pessoas, é normal? Não. Definitivamente não é. Mas eu resolvi fazer um mesmo assim. Revelo neste artigo, todos os procedimentos de criação do meu logo, que me custou somente $99.

O Brasil é um país caro para se fazer logos. Pode procurar qualquer agência e você vai levar pelo menos uns três tiros certeiros. Vão te oferecer manual da marca, cartão de visita, papelaria, etc. Mas quando trata-se de um logo de um blog, não é economicamente viável, neste caso eu precisava de algo diferente, barato e rápido.

Há quase uma década, existem sites que conectam prestadores de serviços e compradores, o que eu mais utilizo é o http://elance.com, e foi lá que dias atrás entrei para criar um logo pra mim e meu blog.

Coloquei uma descrição detalhada de que eu gostaria de um logo para o meu blog, que falava dos assuntos de tecnologia e negócios, mencionei detalhes que eu gostaria de ver, mencionei que eu não gostaria de sombras, degradês e texturas. Defini o budget e a categoria Graphic Design.

Depois do trabalho postado, o sistema me ofereceu uma lista dos prestadores de serviço que tem a ver com a categoria que eu escolhi, você consegue analisar portfolio, trabalhos feitos e satisfação de clientes que já testaram. Solicitei orçamento dos 45 primeiros prestadores de serviço e em menos de quinze minutos já havia recebido pelo menos dez propostas. Avaliei cada um delas e acabei escolhendo um chamado The Logo Man.

De cara recebi um formulário de entrevista muito completo sobre tudo que refere-se ao logo. Cor, estilo, tipografia, referências, links, o que fazer, o que não fazer, etc. Preenchi e imediatamente retornei. Logo veio uma mensagem do prestador de serviço agradecendo e informando que em 48hrs eu teria os primeiros exemplos.

Chegaram esses logos:



Não gostei de nenhum, mas neste primeiro momento eu quis dar espaço para o designer fazer uma criação livre. Como o resultado não foi satisfatório, resolvi ser mais especifico. Disse que gostaria que ele focasse em um monograma, que tentasse fazer alguma coisa com o MT. Dessa vez, 4hrs depois chegaram mais três exemplos:



O primeiro eu não gostei, o segundo tem uma certa graça e o último, gostei mais que o segundo, mas não me apaixonei. Mas quando vi aquele último logo, sabia que poderia sair algo bacana, bastava trabalhar melhor a tipografia, as cores e talvez alguns detalhes no monograma. Mas como era somente a segunda leva, resolvi pedir uma terceira para ver o que aconteceria. Em 5hrs chegaram mais três versões:



Ao ver esses três últimos exemplos, decidi voltar para a versão 6. Fiz somente três considerações.

1. Tente usar uma cor mais forte, marcante (talvez vermelho).
2. Tente usar uma tipografia melhor (dei referências).
3. Tente deixar o monograma um pouco mais moderno.

No dia seguinte chegaram mais três exemplos:



Eu gostei muito da opção 10, então pedi para ver em duas versões. Vermelho sobre branco e escala de cinza. No mesmo dia a noite eu recebi, gostei do que vi e mandei fechar. Então assim nasceu meu logo, em 5 dias, por $99.

Nem sempre esses prestadores de serviços são viáveis, já solicitei trabalhos que os resultados foram terríveis e não havia meio de sair algo perto de aceitável. Tive que cancelar o trabalho e pedir meu dinheiro de volta. Sugiro que este tipo de contratação seja feita somente por pessoas ou empresas que realmente tem um budget baixo.

Se você tiver condições, contrate um designer gráfico experiente ou uma agência de confiança. Certamente você terá um trabalho de muita qualidade.

Saiba porque mídia social é um pré-requisito

Esses avanços tecnológicos são engraçados, nasce em meio a engenheiros e aos poucos a força do boca-a-boca vai levando para lugares onde nem imaginaram. Pouco-a-pouco as rodas de conversas são tomadas por esses assuntos, é mais ou menos por aí quando você começa a ouvir de todos os seus amigos: Que p* é essa de twitter/flickr/youtube/facebook/orkut/foursquare?

Não demora muito até os meios com muita audiência começarem a tocar no assunto, lançam matérias com entrevistas, gráficos, fazem de tudo para explicar para sua mãe e avó como funciona um twitter/flickr/youtube/facebook/orkut/foursquare.

Tem serviços que são bem simples de serem entendidos, outros nem os próprios criadores entendem no primeiro momento. Afinal quem seria louco de projetar uma empresa que contemplaria meio bilhão de usuários? Não importa quem ou como te expliquem, existem serviços que só farão sentido com o tempo.

Click. De repente tudo começa a fazer sentido na sua cabeça, interage cada vez mais com as pessoas que lá estão, todos dizem que é somente uma moda e você concorda, até que de repente todas as empresas aparecem em peso e o que para você parecia ser uma diversão e moda, não parece mais, então você volta a estaca zero e passa a não entender mais nada novamente. Afinal, o que são esses serviços?

Deixa eu explicar em uma palavra:

– Dinheiro

Antigamente para comprar uma aparição máxima, era batata, intervalo do Jornal Nacional, na Globo. O único pequeno detalhe é que poucos podiam fazer isso.

Quem não tinha dinheiro ia descendo a escadinha e vendo o que melhor se encaixava no seu bolso e tivesse melhor sinergia. Impresso; Outdoor; Rádio; Telemarketing; Spam; e a lista segue infinitamente.

Nessa altura do campeonato, todas as formas de publicidade já foram testadas, não é a toa que profissionais dessa área são tachados como hour concour da criatividade.

As empresas definem a verba anual de marketing, algumas vezes bilionárias, distribuem para uma ou mais agencias que dali pra frente serão responsáveis pelas campanhas e ações de marketing da empresa.

Tem mil fatores que influenciam a escolha de uma agencia, mas todo mundo esta em busca de resultado com mínimo esforço ($$$) e é exatamente aí que entra a mídia social.

Eu poderia correr parágrafos e parágrafos explicando o que é mídia social ou quais as melhores estratégias para sua empresa, mas não é o meu propósito para este artigo, eu quero provar para você que mídia social é um pré-requisito hoje para qualquer empresa/pessoa, de vendedor de picolé na praia a Gucci.

Para isso, nada melhor do que casos reais:

  • Gary Vaynerchuk, um bielo-russo naturalizado americano, especializado em vinhos, assume a empresa de bebidas do pai faturando 4 milhões de dólares e cinco anos mais tarde ela esta faturando cinquenta. Principal responsável? Mídia social. (Crush It)
  • O quadragésimo quarto presidente dos Estados Unidos, Sr. Barack Obama, conseguiu graças a mídia social quase 6 milhões de fãs, quase todos eles fizeram algum tipo de doação, 92% delas abaixo de cem dólares, no final das contas resultaram em 500 milhões de dólares em doações. (1, 2 e 3)
  • Dell estava com problemas de estoque acumulado e não sabia o que fazer para se livrar dele, no primeiro momento que entrou no Twitter, vendeu U$3.000.000 em computadores. (1, 2 e 3)
  • O Burger King Whopper Sacrifice incentivou usuários a sacrificarem dez amigos em troca de um sanduíche (Whopper) grátis. A estimativa de investimento para este projeto foi de U$50.000 e eles receberam 32 milhões de impressões, que chegaram a aproximadamente U$400.000 em valores de impressão de mercado. (1)
  • A BlendTec aumentou suas vendas em cinco vezes após colocar vídeos engraçados no YouTube onde eles liquidificavam tudo, de um iPhone ou iPad a um tênis (1).
  • A empresa de software Genius.com relatou que 24% dos leads de mídia social foram convertidos em oportunidades de vendas.
  • A empresa de hosting Moonfruit mais do que recuperou seu investimento de $15.000 em mídia social, já que seu trafego no website aumentou mais de 300% e as vendas correspondentes aumentaram em mais de 20%.
  • eBay descobriu que participantes nas comunidades virtuais gastam 54% mais dinheiro.
  • Mais de 1.5 milhões de negócios tem presença no Facebook (1).
  • 59% das empresas planejam aumentar o budget de mídia social em 2010 (1)

Se a sua empresa tem algum tipo de ação de marketing e ainda não teve qualquer iniciativa com mídias sociais, é bom rever os conceitos e olhar com carinho para elas, antes que seja tarde demais.